Wednesday, January 24, 2007

Crepúsculo. corça podre, uns idos de Março. espécie de prenúncio feito por quem de direito nenhum. onde em tribunal engonça com leis os aspectos. este processo de regras, maquinal e seco, esta exigência vulgar de mesquinhos, cu de cadela sujo. a endecha para connosco estimar a mediocridade, para connosco cruzar desertos. uma condição necessária de realejo para arquitectura de carreiro de formiga. Atravessamos o limiar d´ uns lintéis com a identidade plástica, travestindo o rigor do mistério, sapatorros mergulhando num concreto.

simples, docemente, passivel de compreensão. por essa terra fora pólen e morte germinam, no serviço abrupto, e embora riscados a vermelho, nos cumprimentamos nesse idioma possivel, inicios e fins. agitando subliminares ramos de floresta, levantando folhas, personificando balofos e pedantes vencedores da lotaria sem prêmio.

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