o que será que saboreia o suor das noites desorganizadas por garras, as tabelas adulteradas por vigaristas? rebolas na capoeira dos teus anseios a gostar destas maldições, apagas as tabelas e afeiçoas nelas os mandamentos de demónios.
Ladainha onde se engravatam Adões e Evas a pular como pulgas. gostamos da porcaria e pulamos nela. havendo para trás do empírico da situação o natural do facto. se um texto tem o teu nome pegarias nele para ler estas ofensas? se um corpo tem o teu aspecto víria dançando de robe, ainda meio ensonado?
Estes segredos que se traduzem de pão seco para o qual buscam banha, estes segredos que não o são efectivamente. são lados profanos que se encomendam como figurinos, entra num quarto qualquer de uma casa ao calhas e verás alguém entretido com bonecos de cera de ouvido porque é mais fácil tratar de importâncias mínimas, modelar a partir de manipansos falsos.
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