Para ti uma vontade das antigas, uivo da saudade. Sem as maldosas e abstractas pulsões dos medos, permitam-me a inocência os macabros croupiers. Deixo, em penumbras antigas, os teus jocundos cabelos cair em cascata sobre mim, almas do invisivel. E a lembrança de me especar ao pé do telefone, ou na esquina da rua tal, só para o vislumbre do eco extemporâneo; só para surpreender essa dança de vagina com os espectros da minha fome, com aleluias a sair da boca dum louco. Da ingenuidade bebia, as pupilas o cálice de memórias, roçar de mortalhas. Ah Quanto se fulminavam espaço e estásimos, por sobre a deslumbrante quantidade de cadáveres, e os restos da percepção, em luz, tiravam folga. Sunday, January 14, 2007
Para ti uma vontade das antigas, uivo da saudade. Sem as maldosas e abstractas pulsões dos medos, permitam-me a inocência os macabros croupiers. Deixo, em penumbras antigas, os teus jocundos cabelos cair em cascata sobre mim, almas do invisivel. E a lembrança de me especar ao pé do telefone, ou na esquina da rua tal, só para o vislumbre do eco extemporâneo; só para surpreender essa dança de vagina com os espectros da minha fome, com aleluias a sair da boca dum louco. Da ingenuidade bebia, as pupilas o cálice de memórias, roçar de mortalhas. Ah Quanto se fulminavam espaço e estásimos, por sobre a deslumbrante quantidade de cadáveres, e os restos da percepção, em luz, tiravam folga. 

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