<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-28953714</atom:id><lastBuildDate>Wed, 06 Jan 2010 19:40:52 +0000</lastBuildDate><title>O navio dos loucos</title><description></description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>24</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-7678538662752040536</guid><pubDate>Wed, 06 Jan 2010 19:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-01-06T11:40:52.466-08:00</atom:updated><title>ESTE MALANDRO QUE PODERIA SER QUALQUER UM DAQUI A CINQUENTA ANOS</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/S0Tl4SekxCI/AAAAAAAAAQ0/BZNIreASAAA/s1600-h/12542w_erasurerevelation_akmalikramov.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 356px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/S0Tl4SekxCI/AAAAAAAAAQ0/BZNIreASAAA/s400/12542w_erasurerevelation_akmalikramov.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5423712606456431650" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha este... O desfigurador da foto é a evidência mais marcante e paradoxal de algo não obstante debaixo do jugo metafisico. Um homem, sem nome ou rosto, colarinho pelintra e vazio com os gritos mais latos. Os procedimentos naturais do desígnio desmaiam atenuados perante a manifestação &lt;span style="font-style:italic;"&gt;sugerida e/ou suspeita&lt;/span&gt; da singularidade subjectiva no seu meandro. Faz lembrar o trecho de Miguel Torga acerca do leproso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“...feito tição. Mas não tão queimado que desautorizasse completamente a origem humana...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comparação ocorria apenas o retrato costumeiro que alguns barbeiros colocam nas entradas, o preto e branco onde  fulano cerulento de penteado de à meio século primitivo se estiliza em tom provocante de Lavoisier&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes comparsas hão-de empreender a eterna e amena cavaqueira por entre os actuais desbaratados das ocorrências, sobre os discursos políticos do partido da nulidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que justamente constitui a posterior revanche sobre a suma insignificância que lhes demonstraram no geral (os planos, os trâmites)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Afinal, o término é de facto um mero artificio escatológico onde a mosca assinatura teima em perdurar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-7678538662752040536?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2010/01/este-malandro-que-poderia-ser-qualquer.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/S0Tl4SekxCI/AAAAAAAAAQ0/BZNIreASAAA/s72-c/12542w_erasurerevelation_akmalikramov.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-1410339604696745535</guid><pubDate>Sun, 13 Dec 2009 13:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-31T11:28:15.198-08:00</atom:updated><title>MORTE NO EXPRESSO</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SyTpwCg6ixI/AAAAAAAAAOM/rWocvQxTIaQ/s1600-h/Locomotive-Civil-War.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 393px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SyTpwCg6ixI/AAAAAAAAAOM/rWocvQxTIaQ/s400/Locomotive-Civil-War.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5414709663524096786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Morte no expresso porque apetece especular sobre o que acontece numa viagem, quando a temos como paradigma. A vida é como o expresso. Locomotiva aonde vamos ao monte como batatas cavadas para serem enterradas, num daqueles vagões de cor pardacenta. Somos tirados da terra sem quaisquer cerimónias e sem nos pedirem opinião. Durante a viagem, rápida se gostamos, ou lenta se nos tortura, passam figura do formato simples, dedicando-se absolutamente ao principio e à lógica dos objectos inermes (a contragosto?). &lt;br /&gt;Calcular o que entre paragens se pode entreter de monta, olhar o relógio. Para isto serve o raciocínio. Para se entreter com &lt;span style="font-style:italic;"&gt;hobbies&lt;/span&gt; de duvidoso proveniente entre correrias de ir para a carruagem, o raciocínio lacónico de vago inconsciente. Ainda nos obrigam a seguir escrupulosamente o percurso tortura, se lhe queremos dar importância, com os mesmos atributos dos que escolheram permanecer como VENDADOS, pouco leoninos numa situação estranha.     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que estão lá fora também os tratam - os grandes desígnios- como mercadorias para os respectivos trajectos, partilhando verdadeiramente os espaços do lado . &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente postiços irmanados,reminiscentes onde brincam perdões rombos. Gumes da navalha que pretende virgular as atenções (uma virgula uma mera virgula!), como importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a importância relativa que a coisa tem, e a objectiva de estarmos style and form na metáfora do comboio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pelas janelas do comboio fugazes ultrapassados que as circunstâncias desautorizam e humilham, tornando-se fetiches esquálidos, os juízes interpretativos, Vaidades vendo-nos nelas e elas em nós. Planos de uma monádica empresa de despachos, entremeada com subterfúgios plúmbeos plebeizando em categorias inescapáveis inexplicáveis da tal viagem expressada de ponto A para ponto B, sem ramais ou desvios a não serem estes aparentes falsos para um destino que não se encontra no mundo e onde somos evidentemente únicos e livres arbítrios numa adenda secundária que de implicações e valores tem a de fantasia singular e subjectiva (o imperativo é fingir este percurso, adicionando-lhe o falso).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-1410339604696745535?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2009/12/morte-no-expresso.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SyTpwCg6ixI/AAAAAAAAAOM/rWocvQxTIaQ/s72-c/Locomotive-Civil-War.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-7894574916774784305</guid><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 23:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-21T15:27:42.836-08:00</atom:updated><title>MÚSICA</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SxWrBe_WunI/AAAAAAAAAM8/dL7NkOihZJc/s1600/luva1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SxWrBe_WunI/AAAAAAAAAM8/dL7NkOihZJc/s400/luva1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410418569342532210" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero te &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música explanativa do ter Sido enfim um Ser ainda que não seja Isso. Como Marioneta não a entrar na história nua, que vinha sempre de pantufa ou sangue na guelra – e o violino Representado fosse sinceramente quando me fosse emigrar em Mim, ao som, a imagem de dizer Adeus entre duas páginas. Ao menos mesmo que fosse Eu, Aqui, o espectador da loucura própria, a vivencial Lenta, a imparcial e ponderada. Perspectiva distante, da qual se positivariam melhor as criticas ou as conclusões do espectador, observando a Vida alheia de Mim.Depois de esclarecido o papelograma Imortal, Com Uma Ideia, poderia engarrafar lides de mosca - gestos de Adeus consecutivos? - para analisar os Derradeiros descritivos de Pompeia.          &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao Som do Quê?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-7894574916774784305?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2009/12/musica.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SxWrBe_WunI/AAAAAAAAAM8/dL7NkOihZJc/s72-c/luva1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-1971594486523192733</guid><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 22:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-19T15:48:15.645-08:00</atom:updated><title>PARA UMA DESCONHECIDA</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SutxEhxMU5I/AAAAAAAAALM/pdyo1M6Sfqc/s1600-h/ancienne-mine.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 270px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SutxEhxMU5I/AAAAAAAAALM/pdyo1M6Sfqc/s400/ancienne-mine.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398532900931785618" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Podes ser um encanto, materializando a sapiência da paisagem , certeiramente. A sapiência sem palavras, somente a lógica do poder incomunicada e pregante, pressentida onde soçobram os homens suados de vagabundo, picotados pelo segredo, sedentos da devassidão e da luz que os fará compreender, na sua morte, que Vênus de Milo perdeu os braços por sua vontade, como maneira de reverenciar em ode, a dinâmica. como maneira de se fazerem respeitar, solenemente, as leis. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-1971594486523192733?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2009/10/para-uma-desconhecida.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SutxEhxMU5I/AAAAAAAAALM/pdyo1M6Sfqc/s72-c/ancienne-mine.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-4738850371872802222</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2009 23:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-11T16:17:40.953-07:00</atom:updated><title>Fica bem contra o preto desta parede, embora se ache que o fim é branco.</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/Sqracdmxq9I/AAAAAAAAAJs/mAKpJFvACAM/s1600-h/Still_1957_D1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 286px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/Sqracdmxq9I/AAAAAAAAAJs/mAKpJFvACAM/s400/Still_1957_D1.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380352887365938130" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clyfford Still&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-4738850371872802222?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2009/09/fica-bem-contra-o-preto-desta-parede.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/Sqracdmxq9I/AAAAAAAAAJs/mAKpJFvACAM/s72-c/Still_1957_D1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-1439735882037059057</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2009 22:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-11T16:12:31.635-07:00</atom:updated><title>...</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SqrZUbrGoII/AAAAAAAAAJk/sZKL4WG5hwk/s1600-h/Zdzis%C5%82aw+Beksi%C5%84ski+-+5.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SqrZUbrGoII/AAAAAAAAAJk/sZKL4WG5hwk/s400/Zdzis%C5%82aw+Beksi%C5%84ski+-+5.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5380351649896636546" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A história desenrola-se num átrio cheio de gente ao som de berimbau ou realejo. entram e saem de uns aspectos que mais parecem de repartição de finanças. um homem, supostamente cheio de ironia, finge ou não o seu suicídio. de forma absurda com discursos mudos, ou com as tais preces encaixadas em alto som. o suicídio deste pálido viajante, é, também, o seu assassinato grotesco. segundo a constatação de principio, ou como resolução final do dilema que lhe prende ainda aos congéneres humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;assassinaram o pálido viajante. num castelo, numa repartição de finanças, num lugarejo. numa introspecção final e objectiva. deitado esperneando - banhado de gasolina a quem dão fósforos – com papel higiénico agarrado aos sapatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O complexo da sua decência de pernas para o ar, de pernas rojando, ele está sentado numa tribuna, o condenado cochichando às orelhas do Pai, um seu físico um seu etéreo. de modo que, sem duvida , o lugar se transforma no confessionário de dois. Pai e filho.&lt;br /&gt;Estas vergonhas mal mediram para gentes de partes à mostra numa repartição, nem os interrompem. A ignorância assalta a figura&lt;br /&gt;essa figura que não deixaram sair por um lenho rasgado na noite, que crucificaram por não haver enrabado a velha&lt;br /&gt;Aqui onde rasparam das paredes a lua e o sol, nada encontrarás, só tens paredes, so possuis a tua morte mijada e cagada por ignorantes e escarretas para lamber nos degraus de igreja &lt;br /&gt;mereces o que a tua eternidade encomenda. a fumar encostado a ela, de castigo, e quem te cruza faz assim com a mão, o gesto de incompreensão, o gesto de um xis por cima das importâncias&lt;br /&gt;vede quem vive mesclado no símbolo destes abusos ao viajante seminu,  macaqueando o estertor do pálido viajante de nos pelas qualidades&lt;br /&gt;a eles somente ocorre a infalibilidade de certas noções de romance sem ser a própria presença no lívido aberrante  &lt;br /&gt;e em coro negam ter testemunhado as suas vidas deitadas ao chão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-1439735882037059057?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2009/09/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UDwX-B_D3BU/SqrZUbrGoII/AAAAAAAAAJk/sZKL4WG5hwk/s72-c/Zdzis%C5%82aw+Beksi%C5%84ski+-+5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-8820534506723555586</guid><pubDate>Thu, 08 Mar 2007 10:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-12T08:52:46.404-08:00</atom:updated><title>POSTURA FILOSÓFICA</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp3.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tu7MnDOI/AAAAAAAAACk/avw92iiavio/s1600-h/monkey1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039507898471222498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tu7MnDOI/AAAAAAAAACk/avw92iiavio/s320/monkey1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp1.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tpbMnDNI/AAAAAAAAACc/LyUAiQyfoVw/s1600-h/monkey2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039507803981941970" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tpbMnDNI/AAAAAAAAACc/LyUAiQyfoVw/s320/monkey2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tkrMnDMI/AAAAAAAAACU/UO5hAqXzRbw/s1600-h/monkey3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039507722377563330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tkrMnDMI/AAAAAAAAACU/UO5hAqXzRbw/s320/monkey3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tfrMnDLI/AAAAAAAAACM/4U7Wpyz4Pls/s1600-h/monkey4.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5039507636478217394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tfrMnDLI/AAAAAAAAACM/4U7Wpyz4Pls/s320/monkey4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="COLOR: rgb(255,255,255); FONT-FAMILY: times new roman; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;b&gt;"Social Deprivation in the Laboratory: This male rhesus monkey [...] was raised in social isolation for the first eight months of life. Such early isolation often results in bizarre manifestations of self-directed aggression and a highly distorted concept of self. The photos show the monkey annoyed by the outstretched hand moving toward his face; he seems totally unaware that it is his own. His irritation mounts as the hand grows closer; in the final picture he grabs and bites his own hand."&lt;/b&gt; &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:black;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255);font-family:times new roman;" &gt;(From: Mitchell, Gary: What Monkeys Can Tell Us About Human Violence. "The Futurist", April 1975, pp. 75-80. PHOTOS: JODY GOMBER AND WILLIAM K. REDICAN, &lt;/span&gt;&lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:placetype style="COLOR: rgb(255,255,255); FONT-FAMILY: times new roman" st="on"&gt;UNIVERSITY&lt;/st1:placetype&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt; OF &lt;/span&gt;&lt;st1:placename style="COLOR: rgb(255,255,255); FONT-FAMILY: times new roman" st="on"&gt;CALIFORNIA&lt;/st1:placename&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255);font-family:times new roman;" &gt;, &lt;/span&gt;&lt;st1:city st="on"&gt;&lt;st1:place st="on"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255);font-family:times new roman;" &gt;DAVIS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:place&gt;&lt;/st1:city&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-8820534506723555586?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2007/03/postura-filosfica.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Re_tu7MnDOI/AAAAAAAAACk/avw92iiavio/s72-c/monkey1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-6706586808050206796</guid><pubDate>Fri, 23 Feb 2007 18:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-16T12:01:02.689-07:00</atom:updated><title>OPUS</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Rd8yuUYQr_I/AAAAAAAAABM/8fzCEr2eF6M/s1600-h/rt.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5034798679749341170" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Rd8yuUYQr_I/AAAAAAAAABM/8fzCEr2eF6M/s400/rt.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:times new roman;font-size:100%;"  &gt;Mussolini e Clara Petacci comprovando a teoria do bico de pássaro.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se por eventualidade, perguntar-se o relevo deles os dois para a peça, a razão apontada será a que aprouver no tempo das castanhas ou o facto de que, para fins da prova prática da execução das ideias, se tenha ido buscar uns românticos pataratas ou constâncias previsiveis do gênero em causa pois claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Heinrich Von Kleist já apontava o dedo a essa estética da substância pensante, a cadência do pelicano aparecendo a desoras, na altura do jantar. A efectivação das ideias, sobre as quais não pretendo tecer conjecturas, leva a este manifesto hiato e a esta certeza recorrente – as ideias, subsumidas numa unidade que poderiamos apelidar de Idalécia, não existiram mesmo, tal como a mulher do seu sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o pelicano, atravessando a barreira teórica, fôr concluir algo que seja vai ser que o contéudo comum das ideias acaba inutilmente em  múltiplos lados da questão e as variáveis delas iluminam a caracteristica de que o bico de pelicano, aquela coisa mal amanhada e disforme, é a última coisa que as ideias vêem  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É melhor apostar que as ideias ainda possuem valor, ainda que relativo. Porque a noção de pássaro joga-se como a carta do conhecimento kantiano, aquilo que encontramos pelos sentidos empíricos, virá de construção mental cuja única objectividade, instaurada como decreto pelo rei das pampas, arrumou nas bagagens os singulares e os plurais e lhes deu ordem de três sopapos na matéria da realidade cheia de penas brancas. O desrespeito total do peru pelicano é da nossa responsabilidade, e a seu jeito, é a maneira de fidelizar todo o nosso propósito à mais sumptuosa evidência, a de que se contorcem, entre ângulos esdrúxulos, com dor de barriga psicológica os intervinientes que podem eles mesmos ser os autores dos pássaros invisiveis, assim se atribuindo os valores certos à matéria dos actos e à ideia, valores de mercearia senhor Almeida, desde que ao primeiro ano decidimos deixar de nos preocupar com isso.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes escritos e feitos persistem todas as vezes esses animais bizarros e as suspeitas de um destino escatilógico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falando contra a lógica, objectando mudo em argumento, eles ruinosamente se reunem em armadas. portanto, não é o poder inteligivel que reiteramos, passo a passo ou na totalidade de ser, nos cânones esfrangalhados pela natureza em si. Pois a lógica é o esqueleto da morte exacta e incriada onde o inexacto a ultrapassa como dado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-6706586808050206796?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2007/02/opus.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_UDwX-B_D3BU/Rd8yuUYQr_I/AAAAAAAAABM/8fzCEr2eF6M/s72-c/rt.bmp' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-5432797252036044183</guid><pubDate>Sat, 10 Feb 2007 14:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-02-10T06:43:42.415-08:00</atom:updated><title>Diagnóstico em Rilhafoles</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;"Grande altura (1,70 m). Corpo e membros 'elancés'. Dedos muito longos,  encurvados. Orelhas grandes, mal formadas, de &lt;a title="Lóbulo" href="/wiki/L%C3%B3bulo"&gt;lóbulo&lt;/a&gt; muito curto em ponta aderente. &lt;a title="Crânio" href="/wiki/Cr%C3%A2nio"&gt;Crânio&lt;/a&gt; muito alto; depressão na &lt;a class="new" title="Glabela" href="/w/index.php?title=Glabela&amp;amp;action=edit"&gt;glabela&lt;/a&gt;, convexidade  frontal muito pronunciada. (…) Face muito longa. Campo visual normal (…)  Cavidade bucal muito espaçosa. Dentes &lt;a title="Cárie" href="/wiki/C%C3%A1rie"&gt;cariados&lt;/a&gt;, alguns mal implantados. Queixo recuado."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-5432797252036044183?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2007/02/diagnstico-em-rilhafoles.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-116862169137543233</guid><pubDate>Fri, 12 Jan 2007 17:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-24T17:25:27.663-08:00</atom:updated><title>(O AMOR)</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6614/2763/1600/567892/giger.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; cursor: pointer; text-align: center;" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6614/2763/320/490841/giger.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;puxam fumo nos cachimbos da morte, sentimentos; preparam refeições insonsas as receptoras e dadoras de sentimentos. eles puxando fumo e elas soçobrando no fogão aceso. um pornográfico pântano de qualidades, matadouro de ambições. os restos ficam no prato, junto com beatas, sucedem-se injúrias e copos virados. &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;para a dona de casa, o mundo é misturado por espantalhos perante o assentimento tácito do casamento. os rouxinóis do seu ventre cantam loucamente o inferno. &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="PT"&gt;Garrafas de vinho vazias quando ainda não estão prontos para esquecer. no simbolismo do casamento, ergue-se a prisão e o volume estático de fisionomias inchadas, no simbolismo do leito crispam-se fauces e arrependem-se  dançarinos nus.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;nas barras do tribunal, até ao  paraíso  dos loucos, os sórdidos casos protagonizam situações de riso. &lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;" align="justify"&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-116862169137543233?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2007/01/o-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-116420584110471486</guid><pubDate>Wed, 22 Nov 2006 14:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-11-22T06:30:41.120-08:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/pencilfun.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/pencilfun.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;"escrever é esburacar o peito para a alma sair"&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-116420584110471486?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/11/escrever-esburacar-o-peito-para-alma.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-116239839375474457</guid><pubDate>Wed, 01 Nov 2006 16:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-11T15:52:09.376-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;nos campos negros da solidão vi para além da angústia,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a caveira rindo-se com dentes brancos, e os corvos escolhendo as sementes das novas flores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;no corte das madrugadas que foram atrasadas por pedras no caminho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a mundividência pariu um espasmo e pegou na mão dos moços e moças casadoiras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;animais reincidentes rebolaram no circulo, e eram eles as asas as garras e os bicos dos corvos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e as melhores flores eram todo o pensamento que tive, quase permitindo-me a certa alegria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;segundo um antigo provérbio egipcio, se sonhares com corvos (ou qualquer outra coisa) os teus filhos, quaisquer filhos, serão loucos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-116239839375474457?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/11/nos-campos-negros-da-solido-vi-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-116023815445613832</guid><pubDate>Sat, 07 Oct 2006 16:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-18T07:52:08.044-08:00</atom:updated><title>AO VOLTAR NÃO TE ESQUEÇAS</title><description>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/gtff.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/400/gtff.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;...De olhar uma vez mais o espelho tapado e a dolente harmónica arranhando as paredes da vida. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;span lang="PT" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;E apesar das areias soprarem, resistir à ânsia de arrancar os olhos para dar de comer a &lt;/span&gt;&lt;span style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;porcos, resistir com abnegação &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;foi em micenas que a época obscura se cobriu de formigas, e foi no espirito que nos convidaram para o salão cheio de marrecos, onde te vi, minha amada, a praticar broches com esses desconhecidos. o amor é uma coisa que arde eternamente ao voltar para mim, cidade que arde, música triste. nele pequenas figuras estendem os braços ao ar, ante a passividade de muitos, nele roma cai novamente, nele vejo uma porca a fuçar junto das partes baixas e mal-lavadas. &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span lang="PT" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;E o velho negro sopra a harmónica com beiços gretados, e eu endereço um poema para coisa nenhuma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-116023815445613832?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/10/ao-voltar-no-te-esqueas.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-115160476896529865</guid><pubDate>Thu, 29 Jun 2006 17:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-10T07:48:45.874-07:00</atom:updated><title>APLAUSOS PARA BERKELEY</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/199904big.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/400/199904big.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"&gt;“ O que se tem dito da existência absoluta de coisas impensáveis sem alguma relação com o seu ser-percebidas parece perfeitamente ininteligível. O seu &lt;b&gt;esse &lt;/b&gt;é &lt;b&gt;percipi&lt;/b&gt;; nem é possível terem existência fora dos espíritos ou coisas pensantes que os percebem. “&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span lang="PT"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;Berkeley&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;Enquanto se lê sobre o solipsismo advêm a sensação de intervalo sublime. É escusado ir pôr o lixo à porta antes da camioneta passar. As pessoas que vejo na rua, a empurrarem o pó com os pés, são construcções da mente. Quase como surtos de comunhão mágica na talha do espirito, está cada coisa cá. As suas acções são as minhas. O que interessa no desenho das entranhas despenhando-se no solo de pedras de mim. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Se um dicionário escapasse à necessidade destes singulares alardes, era obnubilado imediatamente. Fuzilado pela minha mão. Aqui perceber-se-ia uma música de abismo benévolo; a boca do jacaré prendendo gentilmente a cria, analogia onde mais de mil diabos se beijariam...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Assentar em tal vão mais do que gramas perdidas, muito mais&lt;span style=""&gt;                   &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;(amendoeiras em flor). Os pássaros lá longe batem as asas na minha cara, no meu entendimento. Vinco as rosas e o conjunto delas nos dedos quietos da escuridão entre as orelhas.&lt;span style=""&gt;                                                          &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;                                                                                                          &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;O medo acabou?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;Ainda enlouquecem as puras mães?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;         &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;O lançamento de dados só significa os passeios interiores, agora digo que o acaso já não persiste. Existe sim o acaso de mim a ensacar desejos, vivências, amares, tristezas, entre fronteiras absurdas e plenas. Fico quieto, o mundo cresce como anémona da vontade, vil no sentido vil da vileza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;Becos opacos e ruas lavradas do espirito, estas sentem a prosa onde ainda me porto como a aspa que sempre fui. No exterior construindo tijolo a tijolo o estábulo para os cavalos favoritos.&lt;br /&gt;Filhos da puta a rabiarem dentro da minha mente, versos suspensos na autoridade subjectiva. Faça o que fizer já sou o arquitecto, o demiurgo da treta. É certo, é certo que eu e qualquer fantasia dá jeito para argumentar com os muitos números vivos afinal, os outros exteriores pertencendo à irresponsabilidade de esclarecidos na república dos espíritos a chuchar o polegar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;                               &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt; &lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="PT"  style="font-size:11;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-115160476896529865?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/aplausos-para-berkeley.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-115074985944981826</guid><pubDate>Mon, 19 Jun 2006 20:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-19T13:50:38.016-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/closed_eyes.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/closed_eyes.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"entre as duas realidades do antes e do depois, o intenso sono das incógnitas acordadas."&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-115074985944981826?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/entre-as-duas-realidades-do-antes-e-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-115039801534097902</guid><pubDate>Thu, 15 Jun 2006 18:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-06-15T12:00:15.340-07:00</atom:updated><title>CORPO DE DEUS</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/opo0110a.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/400/opo0110a.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;parte infinitesimal sem palavras&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-115039801534097902?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/corpo-de-deus.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-115032979620188335</guid><pubDate>Wed, 14 Jun 2006 23:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T09:24:46.542-08:00</atom:updated><title>Adeus</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/B52%20012.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/B52%20012.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang="PT"&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as varridas e assustadas criaturas que cambaleiam, minha mão absurda pelo aceno, pois podia ser amputado. Mão para re-tratos que adicionam os mitos dos lugares e das caras num fundo sem diferença. Esta Harpa de dedos, para a vergonha não ficar na lista dos pecados inconfessados. Para desdenhar dessa vergonha, tenho os dez dedos de que me assimilo a condição. Um Adeus que se volta para duas coisas, binómio que anuncia as raízes de figuras no além e no aquém Mar. &lt;br /&gt;Ao evidenciar o grosso da companhia que prestamos à solidão, com este levantamento de braço e extremidade. Para ti e para mim abano esta mão absurda, que não é harpa não é nada, excepto uns dedos na tempestade. E haverá que sossegar este ímpeto, simples ainda que magnifico. Amanhã repetir-se-á a mesma ocorrência. Sobram sempre motivos para tão gloriosa e infrutífera missão destas beatas para fumar e restos de vinho em copos abandonados.   &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-115032979620188335?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/adeus.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-115032648654048984</guid><pubDate>Wed, 14 Jun 2006 23:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-18T09:12:07.845-08:00</atom:updated><title>Singularidades não</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/bay005911.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/400/bay005911.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, esforço-me por chegar a uma conclusão válida e filosófica. Abrangente. Interrompendo somente para comer uma bolacha. Na primeira parte, presunçoso ao me comparar com as humildes e francas coisas da natureza, as que vão vivendo. Na segunda parte, e pesando os ganhos que advieram da intenção, muito mais um adjuvante do artificio do bastidor do qual resultam migalhas que caem da boca. A natureza desarma o que estou engonhando entre duas bolachas, duas. Transfigurando o simples acto e resultado do secundário (muito) em relação ao que queria, como o significador das intenções, do qual o passivo intelecto se enquadra. Planeando-se nas migalhas sem qualquer tropo, e rolando para o chão o intuito de muita retórica.&lt;br /&gt;A vida rola juntamente, e o sucesso do intelecto, para o canto sagrado destes pequenos sinónimos caracterizantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-115032648654048984?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/singularidades.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-115014893152481255</guid><pubDate>Mon, 12 Jun 2006 21:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2006-09-08T16:26:14.156-07:00</atom:updated><title>JANELA</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/window.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/400/window.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt;Neste dia auspicioso brigam por esclarecimentos amarfanhados e cachimbos de Sartre a três pancadas. Escondem-se atrás de arbustos para acções dúbias para depois se limparem contra muros baixos. Delineando a fantástica parábola da grandeza e da miséria humana. O real psicótico sobre o qual tratou algum psiquiatra de renome, igualmente louco. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt;Que prefiram aqueles, a quem dói o orgulho, dirigir o olhar para cima, para puros céus onde a terra é engolida por lepra, vastas dinâmicas que não deixam escolha. Estrelas, firmamentos; rabiosas vigências que provam a inutilidade dos mins e dos eus. Apenas ver o céu escurecer ou clarear é suficiente  para tirar  muitas dúvidas acerca de quem se pôe em bicos dos pés. À falta de melhor argumento, bastaria fitar estas coisas por ninharias de tempo para nos envergonharem completamente as pragas, os amores sujos, as saídas e as entradas, e digo mais: até as partes inofensivas que confundimos com alentos de paz ou de fé.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;" lang="EN-GB"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-115014893152481255?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/janela.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-114920481895170790</guid><pubDate>Thu, 01 Jun 2006 23:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-11-18T07:04:20.861-08:00</atom:updated><title>A DANÇA MACABRA</title><description>&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/dansde.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/400/dansde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;quereis mostrar amigavelmente, ou em jeito de aviso, o que as órbitas cavadas já viram?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;mais do que a expressão do medo dos ossos, um lamento predomina como choro de bébé&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center" align="left"&gt;o facto da coragem não ter sido suficiente, para admitir, ao menos uma vez, que amávamos alguém enquanto possivel. Ou o paralelo dessa discussão púbere, o facto de que amámos alguém que era justamente um óprobio, mas que nem por isso nos rendemos. o tolo não se pode obrigar ao ódio por descriminação tão injusta. pode simplesmente girar os polegares, pode distorcer o seu ricto inferior numa curva de sorriso, apanágio dos poucos bons e absurdamente felizes. e um ricto de lábios, para baixo, se curvarão num ricto de lábios para cima, por quem trabalha o avesso amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-114920481895170790?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/dana-macabra.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-114920014478138781</guid><pubDate>Thu, 01 Jun 2006 21:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-31T12:19:03.799-08:00</atom:updated><title>NOITE</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/darkness_light.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/darkness_light.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noite, os que nem sabiam foram recambiados para aí. Esse lugar de tudo, essa rua da Mouraria. Onde se as pessoas andassem de pijama às riscas se poderia jurar que eram escapados do campo.&lt;br /&gt;Que irrefutabilidade parece maquilhar o rosto e os gestos, destes anjos decrépitos que entram por uma porta pequena e se sentam à roda da mesa, para fumarem da prata. Emprestasse técnica que a noite mesma não possuía no status. Formigueiro inábil a romper o seu caminho, uma grávida sorumbática de mão dada com o ladrão, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;stepping stone&lt;/span&gt; para o exagero e adicionamento de adjectivos.&lt;br /&gt;E lá vão eles, como pardalitos, ou melhor imitando pardalitos, batendo com os braços. Até se assemelharem à caricatura grosseira da ave. Esteticizando a ocorrência natural com os predicados do pão chutado contra as paredes. &lt;br /&gt;Para eles seria corriqueiro jogar à bola com a carcaça que alguém sonharia barrar manteiga&lt;br /&gt;Os juízos descritivos e interpretativos socorrem o contéudo apropriamento, impondo-lo como édito e humano&lt;br /&gt;E sobra prosa pouco original, CINCO LETRAS,metáfora abusada das trevas barradas junto, pequeno almoço de trevas, pensamento. Chega a altura em que nos tornamos os seus autores demiurgos, pondo-lhe roupas que certo dia serão deitadas fora por estarem desfeitas de pinceladas de abismo nos que as guardaram por sobre a carne. Outros a prosseguirão no seu tom de cenho franzido&lt;br /&gt;Pelo corpo inteirinho o toque de penedos cegos e de vinho escorrido p´lo escopro bruto... a prosa vulgariza-se como o ditirambo apregoado por dentro de saudade e ser, até serem complicadas em mais letras, &lt;span style="font-style:italic;"&gt;as coisas, leopardos de papel-presente assassinados pela espuma de pessoas que se enganam a baterem asinhas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-114920014478138781?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/06/noite.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-114894838107970269</guid><pubDate>Tue, 30 May 2006 00:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-14T14:03:54.735-08:00</atom:updated><title>NIHIL</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/psi-scream.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/psi-scream.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do resto, do conjunto, dos estendais de pobres e ricos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;expressões que se intercalam na cidade que arde bonecos de pano aos estremecidos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;abanões que vibram, infinitos que cruzam as testas em rugas de anjos rebolando em vômito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;querendo a pureza dos gestos por cima do idealismo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pode ser que nos calhe o outro ofício no mesmo quotidiano, a única escolha; guardar a viola no saco, deitar nos lençóis ensanguentados que desentalaram para leito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São muitos e mais os que se encostam à parede dos fuzilamentos pedindo o último cigarro ao capitão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto se espera, seremos sempre teus amantes Ishtar, servindo-te quer Não ou Sim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Ishtar, empregaremos as tuas coxas, sermões para corar soldados bêbados, os que a posteriori nos irão arrancar os dentes para sorrirem para ti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pacóvios desalinhados, com o boné torto, enfileirando uma súcia dentadura de ouro. &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-114894838107970269?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/05/nihil.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-114894795196635463</guid><pubDate>Tue, 30 May 2006 00:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-14T13:52:10.468-08:00</atom:updated><title>MÃE</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/sunol_mist.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/sunol_mist.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Sentem-se os dobres de inverno o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;soluço hesitante de afã. Quem está de chapéu branco só resiste pela moldura. Ternura que virou a esquina e só dobra em ângulos impensáveis. E a lingua do cordeiro foi arrancada do amanhã. Algum louco julga-se escondido no portfolio das horas muitas disto. Embora unicamente se esfriem os rodeios, e ocupem o desenrolar das máquinas.&lt;br /&gt;Oh, esse espasmo de escorpiões que retorna pela esquina eterna, quando estático da tempestade no sangue do nome. Bailam garras acesas e solidões de calma furiosa nos espaços  livres pelos mármores. Quaisquer olhos que penso, ainda preciso para seguirem o silêncio da voz por lagartos secos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o sangue baila em espectros perdidos, mãos decepadas; o afago a mãe descalça no caminho dos mistérios e mente-se aos pequeninos apontando para o céu como destino.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O sangue baila em espectros perdidos, e um afago a mãe descalça&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;O afã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; da tua ternura na ruína do sono que custa a chegar e na maldade que inveja os  risos  e  as  brincadeiras  alheias &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;E a mãe descalça&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; é também a mãe do medo louco é a mãe da morte por sobre as campas  dando-me a  mão  vazia no interlúdio da vida &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;minha boa mãe, venho como serpentes em muda de pele,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt; quero que cubras as estradas de tempo e demónios e me tragas o chapéu branco que usava antigamente naquele momento&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;quero que ajudes a fechar estes olhos de ruína pura onde o desespero urdiu a cantiga &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;pois fartei-me de repetir incertezas pela lei das formas e dos espíritos, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Só tendo para mostrar o meu rosto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;atónito.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-114894795196635463?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/05/me.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-28953714.post-114894675626252347</guid><pubDate>Mon, 29 May 2006 23:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-14T13:49:19.348-08:00</atom:updated><title>Tens que saber isto</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/1600/chair.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6614/2763/320/chair.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="" lang="PT"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentado numa cadeira na sala às escuras. A cadeira que se faz contra-luz, é a cadeira das maldições que talvez precisariam de pousar o fôlego noutra baía. O que está de cu sentado cisma como versos de Ajax por entre intervalos a roerem unhas. E transpira o escuro, MEMÓRIAS. Intersecção rutilante, nada menos que o céu cortado pela faca, o céu-tudo e a matéria completa. E no matrimónio da presença com a espera sentada, a orelha de Van Gogh faz atingir a sala nublada com istmos de compreensão. Vêm à minha orelha que os amantes irão rasurar selvaticamente as cartas de amor púberes, e os pedacinhos de papel vão ser mastigados com fagulhas de miséria. Quem estava sentado deitar-se-á através das casas construídas no pó e fechadas por dentro. Embora seja de dia, a luz começará a devorar os pés dele alguém. Mas quer o sono, quer a escuridão, almejam muito ser parte da sóbria forma. Em boa verdade, já o são. O planeta rebola no eixo da tarde completamente oca, precisa de se amparar a muletas cinzentas. Se a cadeira tomba como o crepúsculo que se adiantou muitos anos, as muletas fizeram cair o coxo. Não há lugar para relaxar na sala de espera sem ser pontos interrogados até ao nulo , os pontos que sussurram deixas no casinhoto do teatro para o postiço Ajax. &lt;br /&gt;Se lhe estivessem a definir a mentira, porventura seriam menos ousados, menos rasos; pois aquilo que nos força, está brincando com a omnipotência do momento para o qual nos espojamos. a mentira da anulação é o sossego das tropas que a querem. Sobras frouxas a cabecearem nas injúrias. O descanso do fundo se complementa pela certeza de lata e pela sombra. Já nem adivinho porque me sentei, se estou no chão, abandonado e obscuro. Aqui é o lugar do sonho e do cadáver onde se atenua o ante-facto, e se abana compreensivamente a cabeça para ante-passado, mesmo que o presente, zombeteiro, se valide sem ajuda ou aceitação dessas coisas sem pratos limpos ou cadeiras desocupadas. Ao menos meteram umas cadeiras neste antro! &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28953714-114894675626252347?l=naviodosloucos.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://naviodosloucos.blogspot.com/2006/05/tens-que-saber-isto.html</link><author>noreply@blogger.com (Coelacanto provoca maremoto)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>